Um blog que começou com um relato sobre a minha dificuldade em fazer/pensar em várias coisas ao mesmo tempo. E hoje é um espaço onde eu falo de várias coisas ao mesmo tempo.
domingo, 25 de janeiro de 2015
Viagem
"Suspederam a viagem
Fui parar em outro trem
Que beleza de paisagem!
Fomos rumo a Belém
Agora que é tempo
Colher fruta madura no vento
Pequi não sai do meu pensamento
Bacia cheia de manga bourbon
Nasce um sol, nasce uma noite
E um menino também vem
Que beleza de paisagem!
É meu filho e passa bem
Agora é tarde, não dá para adiar a viagem
João tem três anos de idade
Não quero merecer outro lugar
Volto, quem sabe, um dia
Porque os trilhos já tiraram do chão
Olho as tardes, vivo a vida
Nada é em vão
Volto, quem sabe, um dia
Porque os trilhos já tiraram do chão
Olho as tardes, vivo a vida
Nada é em vão"
Vanessa da Mata
Fui parar em outro trem
Que beleza de paisagem!
Fomos rumo a Belém
Agora que é tempo
Colher fruta madura no vento
Pequi não sai do meu pensamento
Bacia cheia de manga bourbon
Nasce um sol, nasce uma noite
E um menino também vem
Que beleza de paisagem!
É meu filho e passa bem
Agora é tarde, não dá para adiar a viagem
João tem três anos de idade
Não quero merecer outro lugar
Volto, quem sabe, um dia
Porque os trilhos já tiraram do chão
Olho as tardes, vivo a vida
Nada é em vão
Volto, quem sabe, um dia
Porque os trilhos já tiraram do chão
Olho as tardes, vivo a vida
Nada é em vão"
Vanessa da Mata
sábado, 24 de janeiro de 2015
Me deixa.
"Hoje não dá
Hoje não dá
Não sei mais o que dizer
E nem o que pensar
Hoje não dá
Não sei mais o que dizer
E nem o que pensar
Hoje não dá
Hoje não dá
A maldade humana agora não tem nome
Hoje não dá
Hoje não dá
A maldade humana agora não tem nome
Hoje não dá
Pegue duas medidas de estupidez
Junte trinta e quatro partes de mentira
Coloque tudo numa forma
Untada previamente
Com promessas não cumpridas
Adicione a seguir o ódio e a inveja
Dez colheres cheias de burrice
Mexa tudo e misture bem
E não se esqueça antes de levar ao forno temperar
Com essência de espirito de porco
Duas xícaras de indiferença
e um tablete e meio de preguiça
Junte trinta e quatro partes de mentira
Coloque tudo numa forma
Untada previamente
Com promessas não cumpridas
Adicione a seguir o ódio e a inveja
Dez colheres cheias de burrice
Mexa tudo e misture bem
E não se esqueça antes de levar ao forno temperar
Com essência de espirito de porco
Duas xícaras de indiferença
e um tablete e meio de preguiça
Hoje não dá
Hoje não dá
Está um dia tão bonito lá fora
E eu quero brincar
Hoje não dá
Está um dia tão bonito lá fora
E eu quero brincar
Mas hoje não dá
Hoje não dá
Vou consertar a minha asa quebrada
E descansar
Hoje não dá
Vou consertar a minha asa quebrada
E descansar
Gostaria de não saber destes crimes atrozes
É todo dia agora e o que vamos fazer?
Quero voar pra bem longe mas hoje não dá
Não sei o que pensar e nem o que dizer
Só nos sobrou do amor
A falta que ficou"
É todo dia agora e o que vamos fazer?
Quero voar pra bem longe mas hoje não dá
Não sei o que pensar e nem o que dizer
Só nos sobrou do amor
A falta que ficou"
Renato Russo
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Sistema Prisional Indonésia x Suécia
Quando eu era mais nova eu li o livro "Prenda-me se for capaz", um livro muito bom e que depois virou filme igualmente bom estrelado pelo Leonardo Dicaprio.
Esse livro conta a história de um golpista/falsificador muito famoso nos Estados Unidos.
Por causa de seus crimes ele ficou preso em vários países e um deles foi a Suécia na prisão de Malmo, e no livro ele conta que todo o tempo que ele ficou preso na Suécia ele não se sentiu em uma cadeia. A Suécia tem uma política muito bem planejada e executada de reinserção do preso na sociedade que conta com investimento na reabilitação de prisioneiros.
Corta para 2015 na Indonésia, e nos deparamos com o primeiro brasileiro executado fora do Brasil seguindo as leis de outro país.
O carioca Marco Archer Moreira e foi preso por tráfico de drogas, ele estava com 13 quilos de cocaína escondido nos tubos da asa delta.
A Indonésia tem leis muito severas para o crime de tráfico de drogas, sendo a pena de morte sua sentença final.
Esse caso levou a muita discussão no Brasil, e era comum comentários como "bandido bom é bandido morto".
Não quero entrar no mérito de falar se Marco Archer Moreira estava certo ou não, eu quero sim traçar um paralelo entre o sistema prisional da Indonésia e da Suécia.
Na Indonésia temos uma cadeia superlotada com condições desumanas, aonde não tem nenhum tipo de atividade para os presidiários, nenhum tipo de assistência, e a sentença de morte é uma sentença comum.
De outro lado temos a Suécia fechando suas cadeias porque não tem presidiários suficiente para mantê-las abertas, são cadeias luxuosas onde se preocupa em reeducar os presos e reinseri-los na sociedade.
Por causa de seus crimes ele ficou preso em vários países e um deles foi a Suécia na prisão de Malmo, e no livro ele conta que todo o tempo que ele ficou preso na Suécia ele não se sentiu em uma cadeia. A Suécia tem uma política muito bem planejada e executada de reinserção do preso na sociedade que conta com investimento na reabilitação de prisioneiros.
Cela de Prisão Sueca
A Indonésia tem leis muito severas para o crime de tráfico de drogas, sendo a pena de morte sua sentença final.
Esse caso levou a muita discussão no Brasil, e era comum comentários como "bandido bom é bandido morto".
Não quero entrar no mérito de falar se Marco Archer Moreira estava certo ou não, eu quero sim traçar um paralelo entre o sistema prisional da Indonésia e da Suécia.
Na Indonésia temos uma cadeia superlotada com condições desumanas, aonde não tem nenhum tipo de atividade para os presidiários, nenhum tipo de assistência, e a sentença de morte é uma sentença comum.
Prisão na Indonésia
Prisão de Langholmen na Suécia, hoje em dia encontra-se desativada.
"A abismal diferença entre prisões suecas e indonésias (ou brasileiras) está nas teorias que fundamentam seus sistemas penitenciários. O país da pena de morte é o mesmo que viu sua população carcerária praticamente dobrar desde o início dos anos 90. Já o país que optou por uma política de reinserção social, em que uma agência governamental é encarregada de supervisionar os detentos e oferecer programas de tratamento para aqueles com problemas com drogas, vê agora suas prisões serem fechadas por falta de prisioneiros.
Em entrevista ao The Guardian, Kenneth Gustafsson, governador da prisão de Kumla, a mais segura da Suécia, declara: “Existem pessoas que não querem ou não podem mudar. Mas na minha experiência a maioria dos prisioneiros quer mudar, e nós precisamos fazer o que pudermos para ajuda-los. E não é apenas a prisão que pode reabilitar. Isso é um processo combinado, que envolve a sociedade. Podemos dar educação e treinamento, mas quando essas pessoas deixam as prisões elas precisam de moradia e emprego”.
Em suma, o que a Suécia tem a nos ensinar é a noção contrária do senso comum de que “cadeia boa é cadeia infernal”: optar pela humanização do sistema penitenciário prova-se como a maneira mais eficaz de se verem reduzidos os índices de criminalidade. Ou nas palavras daquele personagem de Dostoievski, de duzentos anos atrás: “E já que [o detento] é de fato um homem, deve ser assim tratado. Um tratamento humano pode até devolver a condição humana mesmo àqueles que se esquivaram…”.
Sem mais,
Ana
Sem mais,
Ana
Fonte: http://www.viuonline.com.br/internacional/o-que-a-suecia-tem-a-nos-ensinar-sobre-sistema-penitenciario
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
As vezer vivemos para os outros.
Outro dia eu estava conversando com o Sandro, meu amigo que hoje está morando na Inglaterra. (Não quero entrar na questão da falta de patriotismo que sentimos pelo Brasil hoje em dia, mas quero deixar bem claro que eu amo o meu país, e quero envelhecer aqui, mas acho muito enriquecedora a experiência de morar um tempo em outro país).
Esse meu amigo sabe que eu sempre quis morar fora, daí ele me perguntou porque eu ainda estava morando aqui. Daí eu respondi que primeiro eu queria terminar a faculdade, depois eu comecei a namorar, o namoro acabou e eu já estava fazendo MBA, e agora eu estava esperando terminar o MBA para ir morar fora.
Daí esse meu amigo me perguntou mais uma vez porque eu ainda não tinha ido morar fora, e eu fiquei sem saber o que responder.
Nesse dia o Sandro me falou muito sobre o como devemos ter foco para atingirmos qualquer objetivo, e também me falou sobre os planos que temos, que o melhor a fazer é não contarmos nossos planos e nem nossas realizações para ninguém. Porque as vezes estamos vivendo para os outros e nem percebemos isso.
E eu acho muita verdade isso, porque quando contamos nossos planos para outras pessoas, estamos lhes dando o consentimento para que elas dêem uma opinião sobre isso.
E muita opinião divergente não é bom não. O bom é nos guiarmos pelo nosso coração e somente isso, sem nos preocuparmos em agradar mais ninguém que não seja somente nós mesmos.
Esse meu amigo sabe que eu sempre quis morar fora, daí ele me perguntou porque eu ainda estava morando aqui. Daí eu respondi que primeiro eu queria terminar a faculdade, depois eu comecei a namorar, o namoro acabou e eu já estava fazendo MBA, e agora eu estava esperando terminar o MBA para ir morar fora.
Daí esse meu amigo me perguntou mais uma vez porque eu ainda não tinha ido morar fora, e eu fiquei sem saber o que responder.
Nesse dia o Sandro me falou muito sobre o como devemos ter foco para atingirmos qualquer objetivo, e também me falou sobre os planos que temos, que o melhor a fazer é não contarmos nossos planos e nem nossas realizações para ninguém. Porque as vezes estamos vivendo para os outros e nem percebemos isso.
E eu acho muita verdade isso, porque quando contamos nossos planos para outras pessoas, estamos lhes dando o consentimento para que elas dêem uma opinião sobre isso.
E muita opinião divergente não é bom não. O bom é nos guiarmos pelo nosso coração e somente isso, sem nos preocuparmos em agradar mais ninguém que não seja somente nós mesmos.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Emma Holten uma mulher de fibra.
Eu me lembro quando eu estava no colegial tinha uma menina, de nome fictício Clara, que teve o seu computador invadido pelos próprios colegas de classe, e eles encontraram várias fotos dela de biquini, algumas sem a parte de cima do biquini, outras sem a parte de baixo e sem a parte de cima.
E o que esses meninos fizeram? Olharam as fotos e voltaram para suas vidas normais? Claro que não, como todo belo exemplar de moleque criado em uma sociedade machista que eram, copiaram todas as fotos e colocaram na internet para ridicularizarem a Clara em frente à toda a escola e cidade.
Resultado, a Clara não frequentava mais as aulas, e se mudou para a cidade que o pai dela morava porque não aguentava mais ser incomodada com brincadeirinhas sem graça.
Corta para 2013, Dinamarca, a jovem Emma Holten teve suas fotos expostas na internet pelo seu ex namorado após um rompimento do casal. Provavelmente sofreu os mesmos tipos de ridicularizações que a Clara da minha escola sofreu. Mas acontece que por mais que a Emma estivesse exposta, ela achava que não tinha problema o nu. E eu tenho que concordar com ela, afinal qual é o problema do nu?
E Emma colocou fotos dela mesma sem roupas na internet. As fotos foram feitas por uma fotógrafa em seu apartamento em situações cotidianas.
As fotos são lindas e nos leva a refletir. Para Emma, esse é um modo de retratar a si mesma como um ser humano e não como um objeto sexual. Além disso, nos leva a pensar que fotos tiradas com o consentimento das pessoas são totalmente diferente daquelas compartilhadas sem o conhecimento da vitima, com a intenção de humilhá-la.
Ana.
E o que esses meninos fizeram? Olharam as fotos e voltaram para suas vidas normais? Claro que não, como todo belo exemplar de moleque criado em uma sociedade machista que eram, copiaram todas as fotos e colocaram na internet para ridicularizarem a Clara em frente à toda a escola e cidade.
Resultado, a Clara não frequentava mais as aulas, e se mudou para a cidade que o pai dela morava porque não aguentava mais ser incomodada com brincadeirinhas sem graça.
E Emma colocou fotos dela mesma sem roupas na internet. As fotos foram feitas por uma fotógrafa em seu apartamento em situações cotidianas.
As fotos são lindas e nos leva a refletir. Para Emma, esse é um modo de retratar a si mesma como um ser humano e não como um objeto sexual. Além disso, nos leva a pensar que fotos tiradas com o consentimento das pessoas são totalmente diferente daquelas compartilhadas sem o conhecimento da vitima, com a intenção de humilhá-la.
Ana.
Sobre bebês.
Não sei se sabem, mas recentemente virei tia e fui apresentada ao enorme universo dos bebês.
E tirei algumas conclusões sobre esses seres.
E uma delas é que bebês ficam satisfeitos por um quarto de hora, ou seja, você distrai eles, mas eles só ficam satisfeitos por 15 minutos, depois de 15 minutos aquilo que estava legal já é chato.....
E tirei algumas conclusões sobre esses seres.
E uma delas é que bebês ficam satisfeitos por um quarto de hora, ou seja, você distrai eles, mas eles só ficam satisfeitos por 15 minutos, depois de 15 minutos aquilo que estava legal já é chato.....
Eles dão um trabalho desgraçado, mas tem como não se apaixonar?
Ana
Somos todos responsáveis
Quando participamos de uma entrevista de emprego, uma das primeiras perguntas que fazem é: Qual é a sua principal qualidade? E não é difícil de respondermos: eu sou uma pessoa responsável.
Todos nós nos achamos muito responsáveis sempre nos preocupando com o bem estar de nossas famílias, de nossos amigos. Nos preocupamos em dar a melhor educação para os nossos filhos, pagamos estudos, pagamos planos de saúde, pagamos alimentação de qualidade, para ao final do dia enchermos o peito de orgulho e dizermos: Eu sou muito responsável!!!!!
Ah é mesmo? Então por que uma pessoa tão responsável como você consegue olhar para um semelhante passando fome na rua e não fazer nada? Passando fome foi só um exemplo que eu usei para ilustrar, poderia ser passando frio, poderia ser sofrendo por uma doença e não ter acesso à médicos, como é muito comum nas filas dos hospitais públicos do nosso Brasil.
Sermos responsáveis por nossa família, por nossos amigos é muito fácil e não te faz uma pessoa mais admirável do que o seu vizinho medíocre. Mas a grande pergunta é: o que você faz pelo seu semelhante que você nem conhece e que sim, precisa da sua ajuda e da sua responsabilidade? Quantas pessoas você ajuda além dos seus filhos? E pensando em um universo mais amplo podemos fazer a seguinte pergunta: Que diferença você está fazendo no mundo?
E não adianta pensar que o mendigo na rua não é sua responsabilidade porque é sim!!!! Somos todos responsáveis por todas as desigualdades sociais e injustiças que ocorrem à nossa volta.
E termino essa postagem citando Jean Moliere: "Não somos responsáveis apenas pelo o que fazemos, mas também pelo o que deixamos de fazer".
Ana.
Todos nós nos achamos muito responsáveis sempre nos preocupando com o bem estar de nossas famílias, de nossos amigos. Nos preocupamos em dar a melhor educação para os nossos filhos, pagamos estudos, pagamos planos de saúde, pagamos alimentação de qualidade, para ao final do dia enchermos o peito de orgulho e dizermos: Eu sou muito responsável!!!!!
Ah é mesmo? Então por que uma pessoa tão responsável como você consegue olhar para um semelhante passando fome na rua e não fazer nada? Passando fome foi só um exemplo que eu usei para ilustrar, poderia ser passando frio, poderia ser sofrendo por uma doença e não ter acesso à médicos, como é muito comum nas filas dos hospitais públicos do nosso Brasil.
E não adianta pensar que o mendigo na rua não é sua responsabilidade porque é sim!!!! Somos todos responsáveis por todas as desigualdades sociais e injustiças que ocorrem à nossa volta.
E termino essa postagem citando Jean Moliere: "Não somos responsáveis apenas pelo o que fazemos, mas também pelo o que deixamos de fazer".
Ana.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Maria Gadu e Nando Reis
Como eles são lindos juntos né?
Amo os dois separados, mas juntos eles conseguem ser mais lindos ainda.....
Amo os dois separados, mas juntos eles conseguem ser mais lindos ainda.....
Coisas lindas!!!!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Somos todos Charlie, Gandhi e Martin Luther King.
Não entendo como a raça humana é capaz de tanta barbárie com seus semelhantes. Somos todos iguais, a religião, a raça ou a nacionalidade não nos diferencia e nem nunca nos diferenciou. Fico eternamente dilacerada quando vejo atentados como o que ocorreu na França recentemente.
O jornal francês Charlie Hebdo, que exercia o seu livre direito de liberdade de imprensa e era muito famoso por fazer críticas controversas às religiões foi invadido por três homens que se sentiram ofendidos com uma publicação do jornal, perguntaram "Quem é o Charlie?", fazendo uma alusão ao nome do jornal Carlie Hebdo, e um dos cartunistas que coincidentemente se chamava Charlie respondeu " Je suis Charlie", em tradução para o português "Eu sou Charlie". E essas foram suas últimas palavras, os três homens atiraram, assassinaram 12 pessoas e deixaram 11 feridos.
Corta para 1869 e encontramos Gandhi, o líder do movimento de independência da Índia, liderava uma revolução pacífica, sem violência, e foi morto por um extremista. No momento em que foi baleado ele proferiu as suas ultimas palavras "que Deus te abençoe", Gandhi abençoou o seu assassino.
Corta para 1968 e encontramos Martin Luther King, um pastor lider do movimento pelos direitos dos negros nos Estados Unidos. Martin Luther King também pregava uma protesto pacífico, ou seja, se os negros fossem provocados não deveriam revidar com violência, deveriam sim lutar pelos seus direitos, mas sempre sem violência. Martin Luther King foi morto por um tiro no peito na sacada do hotel em que se hospedava 24 horas após discursar.
O que essas três histórias têm em comum? São todas histórias de violência, são todos atentados contra o livre direito de se expressar, contra o livre direito de protestar, contra o livre direito de ter uma opinião contrária. Quando atentados como esse ocorrem são atentados que tem como motivo principal o preconceito e a discriminação.
Toda essa violência poderia ser evitada se aprendêssemos a respeitar as diferentes opiniões e além de tudo respeitássemos o ser humano.
O jornal francês Charlie Hebdo, que exercia o seu livre direito de liberdade de imprensa e era muito famoso por fazer críticas controversas às religiões foi invadido por três homens que se sentiram ofendidos com uma publicação do jornal, perguntaram "Quem é o Charlie?", fazendo uma alusão ao nome do jornal Carlie Hebdo, e um dos cartunistas que coincidentemente se chamava Charlie respondeu " Je suis Charlie", em tradução para o português "Eu sou Charlie". E essas foram suas últimas palavras, os três homens atiraram, assassinaram 12 pessoas e deixaram 11 feridos.
O cartunista Charb, do Charlie Hebdo, morto no atentado
O que essas três histórias têm em comum? São todas histórias de violência, são todos atentados contra o livre direito de se expressar, contra o livre direito de protestar, contra o livre direito de ter uma opinião contrária. Quando atentados como esse ocorrem são atentados que tem como motivo principal o preconceito e a discriminação.
Toda essa violência poderia ser evitada se aprendêssemos a respeitar as diferentes opiniões e além de tudo respeitássemos o ser humano.
E termino essa postagem com a mais famosa frase de Voltaire: "Posso Não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo"
Sem mais, Ana.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
O Quereres
Oi gente, tudo bem?
Esse post é só para falar que acho linda a música O Quereres interpretada por Caetano Veloso e Maria Gadu.
sábado, 10 de janeiro de 2015
Porque eu preciso escrever.
Porque eu preciso escrever.
Porque as palavras já estavam me sufocando, porque as idéias já estavam escorrendo pelos meus dedos, porque já estavam se transformando em um grito, desesperado.
Porque eu lembrei da minha adolescência e dos textos de revolta e de corações partidos, os sofrimentos do tempo em que era legal sofrer.
Porque a vida não pára e eu quero comer o mundo, e ninguém me espera para o almoço.
Porque o tempo urge e tempo é dinheiro. (É mesmo? Então paga eu.)
Porque meus ombros pesam, porque no espelho não sou mais eu.
Porque eu virei uma coruja, ou uma àguia do time de àguias.
Porque eu quero ir para o Canadá e para o Uruguai e para Chile e para o Peru, e para os Estados Unidos, e para a Inglaterra, e para França, e para a Itália, e para a Alemanha, e para a Indonésia, e para a Suiça e para a Eslováquia.
12 paises, já foram dois, 14 ao total, o combinado era um país por ano, lembra? Deveria ser 30, ano que vem 31 então.
E então?
E a aviação me transborda, e a administração não me basta, MBA, CRA, TCC, provas.......
E no final de semana hostel no Rio, hostel em Sampa.
E mês que vem é batizado vestido da Antix e dieta em dia. Bicicleta encostada e mensalidade da academia atrasada.
E eu me anulo para não machucar os outros, já falei que eu tenho que parar com isso. Se abre mais pro mundo Ana. Por que você não dança mais? Você dançava tão lindamente.
É, pois é, por que?
Porque as palavras já estavam me sufocando, porque as idéias já estavam escorrendo pelos meus dedos, porque já estavam se transformando em um grito, desesperado.
Porque eu lembrei da minha adolescência e dos textos de revolta e de corações partidos, os sofrimentos do tempo em que era legal sofrer.
Porque a vida não pára e eu quero comer o mundo, e ninguém me espera para o almoço.
Porque o tempo urge e tempo é dinheiro. (É mesmo? Então paga eu.)
Porque meus ombros pesam, porque no espelho não sou mais eu.
Porque eu virei uma coruja, ou uma àguia do time de àguias.
Porque eu quero ir para o Canadá e para o Uruguai e para Chile e para o Peru, e para os Estados Unidos, e para a Inglaterra, e para França, e para a Itália, e para a Alemanha, e para a Indonésia, e para a Suiça e para a Eslováquia.
12 paises, já foram dois, 14 ao total, o combinado era um país por ano, lembra? Deveria ser 30, ano que vem 31 então.
E então?
E a aviação me transborda, e a administração não me basta, MBA, CRA, TCC, provas.......
E no final de semana hostel no Rio, hostel em Sampa.
E mês que vem é batizado vestido da Antix e dieta em dia. Bicicleta encostada e mensalidade da academia atrasada.
E eu me anulo para não machucar os outros, já falei que eu tenho que parar com isso. Se abre mais pro mundo Ana. Por que você não dança mais? Você dançava tão lindamente.
É, pois é, por que?
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