O jornal francês Charlie Hebdo, que exercia o seu livre direito de liberdade de imprensa e era muito famoso por fazer críticas controversas às religiões foi invadido por três homens que se sentiram ofendidos com uma publicação do jornal, perguntaram "Quem é o Charlie?", fazendo uma alusão ao nome do jornal Carlie Hebdo, e um dos cartunistas que coincidentemente se chamava Charlie respondeu " Je suis Charlie", em tradução para o português "Eu sou Charlie". E essas foram suas últimas palavras, os três homens atiraram, assassinaram 12 pessoas e deixaram 11 feridos.
O cartunista Charb, do Charlie Hebdo, morto no atentado
O que essas três histórias têm em comum? São todas histórias de violência, são todos atentados contra o livre direito de se expressar, contra o livre direito de protestar, contra o livre direito de ter uma opinião contrária. Quando atentados como esse ocorrem são atentados que tem como motivo principal o preconceito e a discriminação.
Toda essa violência poderia ser evitada se aprendêssemos a respeitar as diferentes opiniões e além de tudo respeitássemos o ser humano.
E termino essa postagem com a mais famosa frase de Voltaire: "Posso Não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo"
Sem mais, Ana.



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